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1/16/2005


Resumo do jornal argentino Clarín de domingo:

1- Na manchete principal, o número de roubo de carros abaixou na capital e na Grande Buenos Aires em 2004: Bajó 38% el robo de autos en 2004

2- Um soco bem dado na cara dos argentino que adoram parecer europeus. A Universidad de Buenos Aires divulgou um estudo que concluiu que mais da metade da populacao argentina é descendente de índigenas: El 56% de los argentinos tiene antepasados indígenas. E o jornalista Horacio Converti comenta: El portñisimo orgulho de sentirnos una parte de Europa en América latina disimula (mal) un pensamiento racista. Sentimos que lo indígena nos es ejeno (...) El estudio genético de la UBA socava ese prejuicio, lo deja sin sustento. "Ellos" son nosostros.

3- Enquanto o secretário de Financas argentino está na Itália para convencer os investidores de lá a aceitarem o futuro calote da dívida externa, um economista avisa: isso só vai ajudar o Brasil. A que los españoles eligieron a Brasil como país prioritario para dirigir sus inversiones en la región. Hay que ser tonto para no relacionar esa decisión con los estragos que les causamos con el default.

4- Na parte internacional, o jornal destaca a frase (de monumental sarcasmo) do soldado norte-americano Charles Graner, culpado dos abusos em Abu Ghraidb. Ele tenta explicar porque apareceu rindo nas fotos: Muchas cosas que hicimos eran tan extrañas que no era posible aceptarlas a menos que uno las considerase cómicas.

5- E na revista Viva, uma publicacao que vem junto com a edicao dominical do jornal, uma entrevista com o escritor José Saramago. Ele responde a banal pergunta de qual é a receita da felicidade em um casamento de 18 anos que leva com a jornalista Pilar del Rio: No hay una receta para uso de cualquier persona. Creo que cada pareja, si lo desea y si está para ello, se inventa sus propias claves. Una pareja es una tercera entidad. Yo digo que en lapareja hay tres: que es ella, él y la opareja.


.::por Bruno Moreschi::. Bruno Moreschi :: 5:01 PM ::