1/22/2005 Contextualização Saiu na Folha (20/01/2005): Brasileiros já foram seqüestrados em zonas de conflito Brasileiros já foram alvo de seqüestradores outras vezes em zonas de conflito. As vítimas trabalham, em geral, para empresas de construção civil ou entidades humanitárias. É o caso das duas missionárias feitas reféns por 59 dias pelo movimento rebelde angolano Unita, hoje um partido político, entre 85 e 86. O período é inferior aos cinco meses que o mestre-de-obras Clóvis Danúbio de Azevedo, da Odebrecht, passou com os guerrilheiros do Exército de Libertação Nacional, em 97, na Colômbia. No Cáucaso, as ações envolvendo brasileiros começaram em 99, quando o enfermeiro da Cruz Vermelha Internacional Geraldo Cruz Pires Ribeiro passou 65 dias nas mãos de seqüestradores na Tchetchênia. Dois anos depois, um grupo separatista do país assumiu o seqüestro de cem pessoas, entre elas dez brasileiros funcionários da Companhia Vale do Rio Doce, em um hotel em Istambul (Turquia). Eles ficaram 12 horas em poder do grupo. O terrorismo no Oriente Médio vitimou em 2003, na explosão da ONU em Bagdá, o brasileiro Sérgio Vieira de Mello, enviado da entidade no Iraque. .::por Bruno Moreschi::. Bruno Moreschi :: 2:49 PM :: Comment